Recentemente li um livro sobre as práticas de EAD nos EUA. Percebi que à medida que a economia global caminha para uma completa dependência da informação e da tecnologia, torna-se fundamental rever como a tecnologia da informação é utilizada nas escolas. Pouco a pouco, escola deixa de significar um prédio propriamente dito, com salas administrativas e centros para estudantes, para dar espaço às possibilidades de aprendizagem à distância.
O ensino a distância ainda encara o ceticismo por parte de alguns educadores, tanto no ensino secundário quanto nos níveis posteriores de aprendizagem. Esse ceticismo indomável, visto até mesmo em instutuições de ensino como o nosso, é o produto do legado da educação tradicional que ainda está por responder quais, onde, quando, porque e como as tecnologias contemporâneas vão estar na sala de aula. A educação tradicional quer ensinar a tecnologia num currículo básico e vê-la ser avaliada da mesma maneira.
A realidade universal, por outro lado, é que a tecnologia é uma cultura e uma linguagem global. Estudantes de diversos países, até certo ponto, determinam como esta cultura e linguagem é usada e falada, mas o medo é de que eles estejam fazendo isso fora da sala de aula. O objetivo do ensino tecnológico deve ser o de tornar a tecnologia tão confortável que a sua transição para o ensino à distância seja suave. Isto é feito através do reconhecimento e utilização das tecnologias para motivar estudantes a querer aprender e ter sucesso.
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