Thursday, November 25, 2010

Uso excessivo da tecnologia: um mal necessário?

Desde a explosão da mídia social nos últimos anos, uma série de figuras públicas, desses que chamam atenção, grupos lobista e os chamados "profissionais" têm tomado posições sobre se ou não o uso excessivo da tecnologia é realmente prejudicial a nossa sociedade. Eles argumentam que o uso recente e excessivo da tecnologia tem criado problemas sociais que estão se tornando mais difundidos com o passar do tempo. Problemas sociais, tais como notas mais baixas, a diminuição da produtividade de trabalho, empobrecimento do vocabulário e da gramática.

Alguns destes problemas são preocupações de fato louváveis; tenho notado particularmente, a alarmante falta de gramática e vocabulário limitando a escrita formal. No entanto, devemos olhar para outras possíveis variáveis que poderiam desempenhar um papel na causa destes problemas. Música, especialmente a música rap e o uso exagerado de gírias, poderia ter um papel no empobrecimento do conhecimento formal da nossa língua, acentuando a limitação do vocabulário dos jovens.

Assim, a minha preocupação é: pode-se realmente atribuir diretamente à tecnologia todos estes problemas, ou esta é uma evolução natural e necessária devido ao futuro ao qual estamos indo em direção, um mundo mais dependente da tecnologia? O uso da tecnologia aumentou nossa produtividade dez vezes em todas as áreas de negócios, manufatura, eletrônica, comunicações, escolas, vida e cotidiano. PRECISAMOS da tecnologia para continuar e avançar.

Nos anos 50, vimos uma descoberta que mudou o mundo e a maneira como vivemos a vida: a criação da linha de montagem automatizada. A explosão do crescimento econômico que vimos depois diretamente resultante da nossa ingenuidade tornou-se um período que nós chamamos hoje de a idade de ouro. A eficiência disparou, as taxas de eficácia deslancharam, a produção aumentou, os lucros aumentaram e a economia cresceu. O excesso de bens materiais como carros, geladeiras, microondas, televisores, telefones, e até mesmo refeições congeladas foram possíveis graças à idéia genial da linha de montagem automatizada. A linha de montagem na década de 50, em termos de grandeza, equivale ao dispositivo eletrônico dessa primeira década dos anos 2000, e isso tem ajudado o mundo. A única pergunta é: em 30 anos, quando olhamos para essa primeira década dos anos 2000, veremos esse período como mais um momento de explosão econômica ou como o ponto de virada em que tudo deu errado?

Wednesday, November 24, 2010

SOFTWARE LIVRE ou SOFTWARE PAGO?

  • A educação pública pode continuar pagando pequenas fortunas (na maioria das vezes, a empresas internacionais) pelo uso de software proprietário em suas instalações?

  • O ensino público pode continuar bancando tal desperdício diante da possibildiade de usar o software gratuito (que se beneficiaria muito de valores opcional feito em incentivos à pesquisa)?

Tuesday, November 23, 2010

Tecnologias Contemporâneas na Educação

Recentemente li um livro sobre as práticas de EAD nos EUA. Percebi que à medida que a economia global caminha para uma completa dependência da informação e da tecnologia, torna-se fundamental rever como a tecnologia da informação é utilizada nas escolas. Pouco a pouco, escola deixa de significar um prédio propriamente dito, com salas administrativas e centros para estudantes, para dar espaço às possibilidades de aprendizagem à distância.

O ensino a distância ainda encara o ceticismo por parte de alguns educadores, tanto no ensino secundário quanto nos níveis posteriores de aprendizagem. Esse ceticismo indomável, visto até mesmo em instutuições de ensino como o nosso, é o produto do legado da educação tradicional que ainda está por responder quais, onde, quando, porque e como as tecnologias contemporâneas vão estar na sala de aula. A educação tradicional quer ensinar a tecnologia num currículo básico e vê-la ser avaliada da mesma maneira.

A realidade universal, por outro lado, é que a tecnologia é uma cultura e uma linguagem global. Estudantes de diversos países, até certo ponto, determinam como esta cultura e linguagem é usada e falada, mas o medo é de que eles estejam fazendo isso fora da sala de aula. O objetivo do ensino tecnológico deve ser o de tornar a tecnologia tão confortável que a sua transição para o ensino à distância seja suave. Isto é feito através do reconhecimento e utilização das tecnologias para motivar estudantes a querer aprender e ter sucesso.

Ilustrando Educação na Cibercultura


Será que realmente o trabalho é seu?
Você está em uma sala de aula com seus alunos, enquanto eles completam uma tarefa para avaliação. Ela pode ser escrita, oral ou de outro modo. Os alunos concluem os trabalhos e apresentam a produção final para você (o professor). Você pode ficar bastante certo de que o trabalho do aluno é fruto de seu próprio esforço, ou seja, é autêntico. O mesmo pode ser dito de alguém sentado na frente de um computador a mil quilômetros de distância? E eles estão realmente a mil quilômetros de distância? E são eles quem eles realmente dizem que são? Quantos de vocês já participaram de um chat com um nome diferente? Ou mesmo um gênero diferente? OK, eu fiz isso uma vez, a uns 10 anos atrás. Relaxe, Anamaria, sou realmente eu escrevendo isso, ou não? O fato é que, caros colegas, não há absolutamente nenhuma garantia de que um aluno on-line, quer secundário, universitário ou seja lá de que grau for esteja, de fato, recebendo algum benefício real deste tipo de educação. Os resultados educacionais não são garantidos, assim como ainda há interrogações levantadas sobre a honestidade dos alunos on-line e a eficácia das avaliações e dos resultados. "Provavelmente o problema mais grave com a avaliação on-line é a confirmação de que o aluno é de fato quem eles dizem quem são". Infelizmente, é impossível confiar e verificar com cem por cento de segurança a autenticidade do trabalho on-line de qualquer estudante! Sendo assim, eles recebem um papel no final de tudo... Mas talvez a educação não.
 Me dê uma sala de aula de verdade a qualquer momento!

Tuesday, August 17, 2010

ICT

What is ICT? You see the letters ICT everywhere - particularly in education. But what does it mean? Read this brief introduction to this important and fast-changing subject.

ICT is an acronym that stands for Information Communications Tecnology. However, apart from explaining an acronym, there is not a universally accepted defininition of ICT? Why? Because the concepts, methods and applications involved in ICT are constantly evolving on an almost daily basis. Its difficult to keep up with the changes - they happen so fast.

 
Lets focus on the three words behind ICT:

- INFORMATION
- COMMUNICATIONS
- TECHNOLOGY

A good way to think about ICT is to consider all the uses of digital technology that already exist to help individuals, businesses and organisations use information. ICT covers any product that will store, retrieve, manipulate, transmit or receive information electronically in a digital form. For example, personal computers, digital television, email, robots. So ICT is concerned with the storage, retrieval, manipulation, transmission or receipt of digital data. Importantly, it is also concerned with the way these different uses can work with each other. In business, ICT is often categorised into two broad types of product: (1) The traditional computer-based technologies (things you can typically do on a personal computer or using computers at home or at work); and (2) The more recent, and fast-growing range of digital communication technologies (which allow people and organisations to communicate and share information digitally)

Let's take a brief look at these two categories to demonstrate the kinds of products and ideas that are covered by ICT:

 
Traditional Computer Based Technologies

These types of ICT include:

* Standard Office Applications - Main Examples:
  • Word processing (E.g. Microsoft Word: Write letters, reports etc)
  • Spreadsheets (E.g. Microsoft Excel; Analyse financial information; calculations; create forecasting models etc)
  • Database software (E.g. Oracle, Microsoft SQL Server, Access; Managing data in many forms, from basic lists (e.g. customer contacts through to complex material (e.g. catalogue) )
  • Presentation software (E.g. Microsoft PowerPoint; make presentations, either directly using a computer screen or data projector. Publish in digital format via email or over the Internet)
  • Desktop publishing (E.g. Adobe Indesign, Quark Express, Microsoft Publisher; produce newsletters, magazines and other complex documents.)
  • Graphics software (E.g Adobe Photoshop and Illustrator; Macromedia Freehand and Fireworks; create and edit images such as logos, drawings or pictures for use in DTP, web sites or other publications)

* Specialist Applications - Examples (there are many!)
  • Accounting package (E.g. Sage, Oracle; Manage an organisation's accounts including revenues/sales, purchases, bank accounts etc. A wide range of systems is available ranging from basic packages suitable for small businesses through to sophisticated ones aimed at multinational companies.)
  • Computer Aided Design Computer Aided Design (CAD) is the use of computers to assist the design process. Specialised CAD programs exist for many types of design: architectural, engineering, electronics, roadways
  • Customer Relations Management (CRM) Software that allows businesses to better understand their customers by collecting and analysing data on them such as their product preferences, buying habits etc. Often linked to software applications that run call centres and loyalty cards for example.

Traditional Computer Based Technologies

The C part of ICT refers to the communication of data by electronic means, usually over some distance. This is often achieved via networks of sending and receiving equipment, wires and satellite links. The technologies involved in communication tend to be complex. You certainly don't need to understand them for your ICT course. However, there are aspects of digital communications that you needs to be aware of. These relate primarily to the types of network and the ways of connecting to the Internet. Let's look at these two briefly (further revision notes provide much more detail to support your study).

 
Internal networks
Usually referred to as a local area network (LAN), this involves linking a number of hardware items (input and output devices plus computer processing) together within an office or building. The aim of a LAN is to be able to share hardware facilities such as printers or scanners, software applications and data. This type of network is invaluable in the office environment where colleagues need to have access to common data or programmes.

External networks
Often you need to communicate with someone outside your internal network, in this case you will need to be part of a Wide Area Network (WAN). The Internet is the ultimate WAN - it is a vast network of networks.


ICT in a Broader Context

Your ICT course will almost certainly cover the above examples of ICT in action, perhaps focusing on the use of key applications such as spreadsheets, databases, presentation, graphics and web design software. It will also consider the following important topics that deal with the way ICT is used and managed in an organisation:

- The nature of information (the "I" in ICT); this covers topics such as the meaning and value of information; how information is controlled; the limitations of ICT; legal considerations

- Management of information - this covers how data is captured, verified and stored for effective use; the manipulation, processing and distribution of information; keeping information secure; designing networks to share information

- Information systems strategy - this considers how ICT can be used within a business or organisation as part of achieving goals and objectives

As you can see, ICT is a broad and fast-changing subject. Check additional free study materials (revision notes, quizzes, presentations etc) to help you master IT!

 
Source: http://tutor2u.net/business/ict/intro_what_is_ict.htm

August 17, 2010

Um espaço sobre educação e tecnologia!

More to come...